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Energia elétrica: Vinícius Louro afirma intenção de criar projeto que beneficie residências de pessoas com enfermidades graves

Energia elétrica: Vinícius Louro afirma intenção de criar projeto que beneficie residências de pessoas com enfermidades graves
Vinícius Louro volta a falar sobre caso de idosa que faleceu em Imperatriz
O deputado Vinicius Louro (PL) afirmou que pretende criar um projeto de lei onde as empresas que fornecem energia elétrica para o Maranhão possam ter o controle das residências de pessoas com enfermidades graves. O objetivo é evitar incidentes como o ocorrido, recententemente, no município de Imperatriz, onde uma idosa de 92 anos faleceu após um funcionário da Equatorial Energia efetuar o corte de energia de sua residência.
"Vamos obrigar essas empresas a terem relação direta com a assistência social do município, sindicatos, conselheiros tutelares e conselhos de agentes comunitários de saúde, pois essas pessoas sabem onde está cada enfermo. Sabemos que as providências que iremos tomar não trarão a senhora idosa de volta, mas não queremos que fatos tristes como este aconteçam com outras famílias", disse Vinicius Louro.
Reunião 
Esta semana, o deputado participou de uma reunião com a direção da Equatorial Energia, da qual participaram o diretor de Relações Institucionais da Equatorial, José Jorge, a gerente de Relacionamento com o Cliente, Francila Soares, e o executivo de Comunicação Social e Marketing, Luiz Carlos Cardoso. O encontro foi comandado por Venícius Louro e pelos também deputados Yglésio, Hélio Soares (PL), Marco Aurélio (PCdoB) e Carlinhos Florêncio (PCdoB).  O encontro teve o objetivo de ouvir as partes envolvidas.
Vinicius Louro agradeceu a empresa pela disponibilidade para esclarecimento dos fatos. "Quero agradecer aos dirigentes por terem atendido ao nosso pedido e, de imediato, se prontificarem a prestar esclarecimentos. O fato está sendo apurado. A empresa vai ouvir o funcionário e algumas testemunhas", informou.
No entanto, o parlamentar voltou a classificar a ação do funcionário como desumana. "Na minha opinião pessoal, aquilo foi desumano. Não houve bom senso do funcionário. Era uma senhora de 92 anos. Aquele cidadão não tem avó? Mãe? Isso mexeu muito comigo e, certamente, chocou a todos", disse.  

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