Sem conseguir apresentar críticas concretas ou apontar falhas reais na gestão, a uma minoria de gatos pingados ligados a oposição em Humberto de Campos e o grupo ligado ao atual prefeito de Primeira Cruz parecem ter encontrado um novo “problema”: o fato de o prefeito Luís Fernando estar trabalhando. Diante da ausência de argumentos consistentes ou de qualquer ação negativa que possa ser atribuída à sua administração, resta a esses grupos recorrer à velha estratégia da invenção e da distorção dos fatos.



O cenário é claro e perceptível para a população. O trabalho desenvolvido por Luís Fernando vem ganhando cada vez mais destaque na região, especialmente na área de infraestrutura e na educação. Pelo segundo ano consecutivo, o município conquistou o Selo Ouro em Educação, um reconhecimento que reforça o compromisso da gestão com políticas públicas eficientes e resultados concretos.


Esse desempenho tem incomodado não apenas antigos grupos que já passaram pela administração municipal, mas também a atual gestão de Primeira Cruz. Isso porque pesquisas recentes indicam que mais de 60% do eleitorado de Primeira Cruz gostaria de ver Luís Fernando atuando diretamente na política do município — um sinal evidente de aprovação popular e de reconhecimento do trabalho realizado em Humberto de Campos.


Mesmo diante desse cenário positivo, Luís Fernando segue cumprindo uma agenda intensa, com ações solidárias, presença constante nas comunidades e diálogo direto com a população. Enquanto isso, seus adversários políticos optam por atacar iniciativas positivas, tentando transformá-las em alvo de críticas vazias e sem fundamento. Trata-se de uma tentativa desesperada de criar uma narrativa que simplesmente não existe, o que acaba revelando muito mais sobre a fragilidade da oposição do que sobre qualquer suposta falha da gestão.


Não há denúncias, não há escândalos, não há obras paradas ou políticas públicas desmontadas que sustentem um discurso crítico sério. O que existe é o incômodo causado por uma administração que governa, dialoga e entrega resultados, frustrando aqueles que apostavam no desgaste natural do poder ou na paralisia administrativa.


Ao inventar ataques contra ações solidárias e contra o próprio ato de governar, a oposição evidencia o desespero de quem não tem projeto, não apresenta propostas e carece de argumentos. Em vez de apontar problemas reais ou oferecer alternativas viáveis, prefere criticar o óbvio: o trabalho.


No fim das contas, o barulho criado por esses grupos acaba funcionando como uma prova involuntária de que Luís Fernando segue no caminho certo. Afinal, quando até o trabalho vira alvo de críticas, é sinal de que não há mais nada a ser criticado.


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